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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Pequenas Felicidades

Esses dias, meu professor de Língua Portuguesa II, na faculdade, levou para nós um texto da escritora Martha Medeiros onde ela cita pequenos acontecimentos e detalhes do dia a dia que, aos olhos da autora, são considerados pequenas felicidades.

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Hoje, sexta-feira, não tive aula. Absolutamente nenhuma aula. Nem nos cursos que faço nem na faculdade, fato que soaria bastante atraente se não houvesse aquele peso na consciência chamado "bom senso" e que diz "aproveite para estudar".

Depois de dormir na cama da mamãe, levantei às dez horas da manhã (muito cedo, é claro, rs) com os carinhos e sorrisos dela e senti o leve sabor de um dia nublado e fresco. Um dia que pede uma confortável e quentinha calça de malha mas ao mesmo tempo permite que você use uma blusinha sem mangas. Como mamãe teve que sair para resolver "problemas", mais precisamente sobre um trabalho de escola do meu irmão, peguei uma maçã e sentei no sofá da sala. O que eu mais gosto nesta casa é a janela da sala, pois ela não é uma simples janela, ela ocupa totalmente o lado que seria uma das paredes da sala que dá para a frente da casa e separada pelas "portas de correr" de vidro, tem a varanda. Então a sala fica bem iluminada. Nos dias de sol fica meio quente mas nos dias nublados e frios... Fica ótimo!
Fiquei admirando o céu enquanto comia a maçã (o que parece uma cena fofa para quem não sabe como a casca da maça é ótima para ficar presa no aparelho ortodontico).

Peguei um livro que a faculdade nos obrigou a ler. É engraçado falar deste modo pois ler nunca foi uma obrigação para mim. Na verdade, a palavra que eles usam é icentivo. Querem icentivar todos os alunos, de todas as áreas a ler. Eles escolhem um livro não muito grande e aplicam uma prova sobre ele valendo nota. Deve funcionar para alguns, mas vejo a maioria lendo o livro correndo e de qualquer jeito faltando três dias para a prova. O primeiro que li foi engraçado: "A Revolução dos Bichos". Para quem entende de História o livro é maravilhoso, mas para a maioria dos meus colegas da área de exatas... Bem, foi divertido de ver. O livro deste período é o tal "Feliz Ano Velho" tem palavrões e uns termos cujos significados são desconhecidos por mim. O termo "dar uma bola" provavelmente não é o que eu pensava que fosse pois não se encaixaria no contexto e outros eu nem vou citar pois não decidi se realmente quero saber. Enfim, acomodei-me no sofá da sala e dei continuidade ao livro.

Em tudo isto que acabei de contar, lembrei-me do texto da Martha e percebi que tenho inúmeras pequenas felicidades. Duas delas citei em sala quando questionada pelo professor, eu disse: domir com a minha mãe e tomar um café fresquinho de manhã. E outras percebi depois, como sentar despreocupadamente na poltrona do papai; comer uma maçã tranquilamente cortando pedacinho por pedacinho; abraçar a mamãe por, pelo menos, 1 minuto ao acordar; percebi que gosto de folhear um livro e anotar trechos que me chamam atenção; uma colher do Häagen Dazs que está escodido no freezer; rir com mamãe (sim, adoro o tempo que passo com ela e minha família) enquanto a ajudo a preparar o almoço... Como já foi dito, pequenas felicidades. As mesmas que fazem da minha vida felicidade sem medidas!

Pôr do Sol: outra pequena felicidade...

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